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Português em movimento

O Blogue de Português do 2º ciclo da E. B. Lousada Centro

Português em movimento

O Blogue de Português do 2º ciclo da E. B. Lousada Centro

LER LOUSADA 2019

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Foram entregues, no passado dia 10 de maio, os prémios relativos ao IV Concurso Literário Ler Lousada.

A cerimónia decorreu no Auditório Municipal e contou com a presença dos escritores José Fanha e António Mota

Parabéns aos vencedores da nossa escola: Pedro Lucas (6º D), Lara Pinto (6º F) e Leonor Ribeiro (6º E)!

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O TESOURO

Neste livro de Manuel António Pina, conta-se que há muitos anos, num país muito distante, vivia um povo infeliz, pois alguém lhes roubara o mais belo tesouro do mundo: A LIBERDADE.

Clica na imagem e poderás ler esta história...

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Esta história é verdadeira, aconteceu mesmo e cabe-nos a nós guardar bem este tesouro para que mais ninguém o volte a roubar.

 

23 de abril - Dia Mundial do Livro

 

A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de abril de 1899 que nasceu Vladimir Nabokov. O dia 23 de abril é também recordado como o dia em que nasceu e morreu o famoso escritor inglês William Shakespeare.

A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literacia e para o desenvolvimento económico.

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Trabalhos 5ºE - Completa a narrativa

 

UMA AVENTURA NUM CASTELO

 

      Um dia, eu e o meu amigo João fomos dar um passeio pelo campo. Estava um dia muito bonito, a relva estava brilhante e verdinha, os pássaros cantavam alegremente e o sol aquecia a paisagem, iluminando o topo das árvores. O João sentia-se feliz, correndo e saltando, embora fosse gordinho. Era um rapaz simpático e brincalhão e eu gostava muito dele, embora tivéssemos feitios diferentes. Eu sou mais rato de biblioteca, gosto de ficar em casa, com os meus livros e o meu computador.

     De repente, no cimo de uma colina, vimos um castelo.

     Aproximamo-nos e verificamos que parecia abandonado. As muralhas estavam cheias de musgo e faltavam pedras a toda a volta; a torre principal, porém, estava completa, pelo menos por fora.

     Resolvemos entrar para explorar o local, empurrando uma enorme porta de madeira que estava entreaberta e que dava para um imenso salão, coberto de pó e de teias de aranha.

     - Onde há teias, há aranhas! - gemeu o João, que não gostava nada daqueles bichos.

     - Não sejas medricas. - disse eu – Elas têm mais medo de nós, do que nós delas! Não queres descobrir os segredos do castelo?

     - Quero, pois, mas não gosto de andar em zonas tão escuras! Nunca se sabe o que se pode encontrar! - afirmou o João.

     De repente, como a confirmar as palavras dele, ouvimos um ruído arrepiante, que parecia o som de correntes a arrastarem-se pelo chão…

     Cheios de medo, fugimos para um canto. O barulho aproximava-se cada vez mais. O João disse:

     -Vamos embora! Estou cheio de medo!

     -Então vamos lá. – disse eu.

     Quando saímos, encontramos lá fora, a Rita. Ela disse:

     -Olá! Querem entrar comigo? Por favor, estou cheia de medo!

     -Está bem! Mas lá dentro ouvem-se uns ruídos muito estranhos! - disse eu.

     -Não faz mal! - disse a Rita.

     A Rita era muito corajosa mas, ao mesmo tempo, demasiado curiosa. Mas lá entrámos; já não se ouvia o barulho, por isso ficámos mais descansados. O João perguntou:

     -Vamos lá acima?

     -Está bem. - disse eu e a Rita também.

     Quando chegámos lá acima, começamos a ouvir o barulho, outra vez, e portas a abrir. Cheios de medo, andámos até encontrar e, depois de termos andado um bom bocado, encontramos finalmente o que fazia os barulhos.

     Era um jornalista que tinha ido ao castelo filmar para as notícias. Ele fez-nos uma entrevista e depois fomos dar um passeio pelo castelo.

     No dia seguinte, fomos almoçar os três e, pela primeira vez, nós aparecemos na televisão! Ficamos tão contentes! 

Todos os sábados, nós íamos ao parque para nos recordarmos daquele dia maravilhoso.

Leonor Fernandes, nº13

 

UMA AVENTURA NUM CASTELO

 

     Um dia, eu e o meu amigo João fomos dar um passeio pelo campo. Estava um dia muito bonito, a relva estava brilhante e verdinha, os pássaros cantavam alegremente e o sol aquecia a paisagem, iluminando o topo das árvores. O João sentia-se feliz, correndo e saltando, embora fosse gordinho. Era um rapaz simpático e brincalhão e eu gostava muito dele, embora tivéssemos feitios diferentes. Eu sou mais rato de biblioteca, gosto de ficar em casa, com os meus livros e o meu computador.
     De repente, no cimo de uma colina, vimos um castelo.
     Aproximamo-nos e verificamos que parecia abandonado. As muralhas estavam cheias de musgo e faltavam pedras a toda a volta; a torre principal, porém, estava completa, pelo menos por fora.
     Resolvemos entrar para explorar o local, empurrando uma enorme porta de madeira que estava entreaberta e que dava para um imenso salão, coberto de pó e de teias de aranha.
     - Onde há teias, há aranhas! - gemeu o João, que não gostava nada daqueles bichos.
     - Não sejas medricas. - disse eu – Elas têm mais medo de nós, do que nós delas! Não queres descobrir os segredos do castelo?
     - Quero, pois, mas não gosto de andar em zonas tão escuras! Nunca se sabe o que se pode encontrar! - afirmou o João.
     De repente, como a confirmar as palavras dele, ouvimos um ruído arrepiante, que parecia o som de correntes a arrastarem-se pelo chão…

        O João, apavorado, desatou a gritar. Eu confesso que também fiquei com medo, mas tinha de o enfrentar. Então, acalmei o João e ambos estávamos prontos para tudo o que acontecesse.

     De repente, ouvimos uma voz fina e baixa e, do nada, apareceu um fantasma branco como as nuvens e com olhos como o céu. Desta vez não ficamos com medo, mas sim espantados! Ele era mesmo bonito!!!!!

     - Olá visitantes! - exclamou o fantasma.

     - Olá fantasma! Adoramos o teu castelo! - disse eu.

     - Obrigado pelo elogio! Querem que vos faça uma visita guiada?

Desta vez foi o João a responder:

     - Sim! Ma... Mas não inclui a... aranhas, certo?

     - Não! Fica descansado – respondeu, carinhosamente, o fantasma.

     - Então? Do que é que estamos à espera para começar a visita? - perguntei eu.

     - Vamos! – responderam os outros.

    Quando começamos a visita, reparamos que o castelo tinha cores muito velhas, mobília antiga, quadros de pessoas, entre outras coisas. Era fascinante! O castelo era enorme!

      No fim da visita, eu e o João despedimo-nos do fantasma. No entanto, aquela despedida não era definitiva, pois combinámos entre os três que, todas as quartas-feiras, nos iriamos encontrar naquele castelo.

     Assim, tudo o que começou com uma simples aventura tornou-se uma verdadeira amizade para a vida!!!!!! 

Maria, nº 15

Conto de Natal

Uma Amizade indestrutível

 

     Numa manhã de dezembro, Diana havia ido com a mãe visitar uma amiga que era pobre e estava doente.

     Diana tinha cerca de sete anos e adorava brincar com as bonecas que a mãe lhe dava.

     A amiga da mãe também tinha uma filha, Inês. Seriam mais ou menos da mesma idade e enquanto as mães conversavam, as duas raparigas foram brincar.

     Diana reparou que a amiga brincava com trapos e como se aproximava o Natal, resolveu dar-lhe algumas das suas bonecas.

     Inês ficou felicíssima e ao longo do tempo ambas se divertiram imenso.

     Tinha chegado novamente o Natal, mas desta vez era a mãe de Diana quem adoecera. Assim que soube, Inês quis fazer o mesmo que a amiga lhe fizera antes. A mãe acabara por morrer e ela vivia com a avó, que tinha uma paixão por doces.

     Inês levou-lhe uma caixinha de rabanadas e Diana emocionou-se:

     - Não imaginas o que isto significa para mim.

     - Os amigos são para isso mesmo.

     Passaram juntas o Natal e quando a mãe de Diana morreu, as amigas foram viver com a avó de Inês.

     Tornaram-se inseparáveis e com o apoio uma da outra, viveram felizes durante muitos anos.

       

 

Joana Filipa Carvalho Rodrigues

6ºD     Nº13

 

 

Conto de Natal

O Verdadeiro Natal

       Era uma vez uma família pobre que trabalhava todo o santo dia. Tinham uma filha, a Maria, que era uma criança muito feliz.

       A mãe chegava ao fim do dia muito cansada, mas nunca deixava de deitar e mimar a filha até ela adormecer.

       Um dia a Maria disse:

       - Ó mãe, está a chegar o Natal, os meus amigos só falam em telemóveis, jogos de computador e outras coisas que eu nem sei o que são. O que é realmente o Natal?

       A mãe com lágrimas nos olhos explicou:

     - Maria, o verdadeiro Natal é o que a mãe todos dias faz. Dar-te muito amor, comida muito saudável da nossa horta, que é cultivada com muito carinho.  É ensinar-te a partilha, ajudar os mais velhinhos, dar muito a quem precisa… Sabes porquê? Natal é o nascimento de Jesus que nasceu tão pobrezinho, mas com tanto amor que até morreu por nós. - Acrescentou ela.

     -  Mãe, no Natal podemos ir ao orfanato e estar com os meninos que não têm  família?

     -  Claro, filha! Fico muito contente por teres percebido o que eu quis dizer.

      A Maria percebeu que realmente os amigos viviam só por ilusões, riqueza e alguns com muita falta de amor. E ela era realmente muito feliz, porque tinha uma família que a amava.

Leonor, 6º D