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Português em movimento

O Blogue de Português do 2º ciclo da E. B. Lousada Centro

Português em movimento

O Blogue de Português do 2º ciclo da E. B. Lousada Centro

O bolo amargo

 

      Era uma vez dois amigos muito chegados, o Tomé e o Tomás, que andavam a passear, pois adoravam as paisagens de Sintra, a terra onde eles moravam.

      Passados dias o Tomé fazia anos e o Tomás ficou de fazer um bolo de ameixas e morangos e com uma cobertura divina de chantili. Mas, muito atarefado com os filhos e o emprego, deixou o bolo para a última da hora.

      Ora havia ele de pegar no telemóvel e reparar que o Tomé lhe tinha mandado uma mensagem a dizer para não se esquecer do bolo. Mas era tarde demais, o Tomás, “mega” aflito, foi até à feira, comprar a fruta para o bolo, mas ele nem reparou se a fruta estava boa ou se estava passada.

      Quando chegou a casa deitou as mãos à massa: farinha para ali, ovos para acolá, a fruta aqui e pronto meteu no forno. Quando o bolo saiu do forno, toca a correr para a casa do Tomé.

      Enquanto comia o bolo, o Tomé reparou imediatamente que ele estava péssimo e comentou-o com o amigo e avisou-o de que para a próxima o chamava e se divertiriam os dois a fazer o bolo.

 

Moralidade: Mais vale prevenir do que remediar.

     

João André, 5ºE

O CAVALO E A GATA

 

Era uma vez um cavalo que habitava perto do monte Olimpo. Nesse local também vivia uma gata muito, muito, muito preguiçosa.

Num belo dia de sol, a gata encontrou o cavalo a colocar cercas e pedras em volta de sua casa e, achando aquilo muito estranho, perguntou-lhe:

- Porque estás com todo esse trabalho?

- Ia agora mesmo avisar-te que amanhã Zeus irá mandar a maior tempestade de sempre!

- Oh! Acreditas mesmo que isso irá acontecer?

- Não tenho a certeza, mas mais vale prevenir...

No caminho para casa a gata pensou: “ Se a tempestade vier, o que é pouco provável, logo se verá…”

E assim foi. No dia seguinte, o céu estava escuro como a noite e estremecia com o assustador ruído dos relâmpagos! Quando avistou a sua casa a ir pelos ares e todas as coisas de que gostava a desaparecerem, a gata ficou apavorada!

A única casa que resistiu à tempestade foi a do cavalo.

Desde aquele terrível dia a gata deixou de ser tão preguiçosa e começou a pensar mais no amanhã.

                

                 

 

 

Inês Araújo 5º E

As amigas

     Era uma vez uma gata e uma cadela que eram amigas

     Um dia a cadela convidou a gata a ir jantar a sua casa. Para tratar bem a sua amiga, ofereceu-lhe peixe e, para si, pôs um bom pedaço de carne tenra e apetitosa.

     Quando a gata chegou, agradeceu à cadela por ter pensado nela e disse que ia retribuir o gesto da sua amiga cadela.

     No dia seguinte a gata convidou a cadela para ir lá jantar e a cadela foi.

     Pensando na sua amiga ofereceu um pedaço tenro de carne à cadela e para si um bom peixe.

     A cadela ficou feliz por a gata se ter lembrado de si e levou-lhe um saco cheio de peixes e a gata retribuiu com um saco cheio de carne tenra.

     Elas ficaram tão felizes pelos presentes que até decidiram fazer um belo piquenique no parque.

                                                                                    

     Moral: Amor com amor se paga.

 

 

 

 

 

Luísa Queirós, nº17, 5ºE

 

A raposa e o lobo

            Era uma vez um lobo que no verão recolhia comida para depois, no inverno, não andar ao frio e à chuva à procura de comida.

            Todos os dias ele via uma raposa que não fazia nada. Apenas estava estatelada ao sol e a assobiar. E um dia o lobo perguntou-lhe:

            - Não vais apanhar comida para o inverno?

            - Para quê, eu ainda tenho tempo - respondeu a raposa.

            O lobo perguntava-lhe todos os dias isso e a raposa respondia-lhe sempre a mesma coisa.

            Até que um dia chegou o inverno e a raposa ainda não tinha comida. Mas foi corajosa e foi à procura de comida.

            A meio do caminho, já cheia de frio e toda molhada, pensou:

            - E que tal se eu fosse pedir comida ao meu amigo lobo.

            Lá foi. Quando chegou a casa dele o lobo não lhe deu comida nenhuma, pois não andara a trabalhar o verão todo para depois dar à raposa.

            E é por isso que as pessoas dizem que mais vale prevenir do que remediar.

                                                                                                        

 

João Rafael, 5ºE

O urso e a formiga

Era uma vez um urso que andava a brincar com os amigos pelo bosque.

Estava-se a aproximar o inverno e ele sem colher nada nem armazenar alimento. Ao contrário, a formiga estava muito preocupada em recolher o seu alimento.

Uns dias mais tarde, a formiga foi ao bosque muito preocupada com o sei amigo urso e quando lá chegou, viu-o a jogar futebol com os seus amigos.

A formiga avisou o urso que o inverno se aproximava cada vez mais rápido e ele, sem preocupações, disse-lhe que não se importava.

Passou-se o verão e chegou o inverno e estava muita neve e frio fora de casa.

A formiga estava refastelada a ver a telenovela que estava a dar quando ouviu o som da sua campainha a tocar. Ela foi abrir a porta e era o seu amigo urso. Este disse-lhe que não tinha casa mas tinha alimento.

A formiga deixou o urso viver na sua velhinha casa. Mal entraram, ficaram os dois refastelados a ver a novela e a comer bolachas.

 

 

 

 

Ana Beatriz, 5º D

O teste de português

Era uma vez uma ratinha que se chamava Beatriz que andava na escola e tinha teste de português na quinta-feira.

A mãe dela andava desde segunda-feira a dizer-lhe para ela estudar, para saber toda a matéria, mas ela fazia de conta que não ouvia.

Passavam os dias e ela ainda não tinha pegado nos livros. Chegou a quarta-feira e ela lembrou-se de ir estudar.

Finalmente, chegou o dia do teste e depois não conseguiu fazer tudo, pois não tinha estudado o suficiente.

Quando foi para casa e contou à mãe o que tinha acontecido. A mãe por um lado ficou chateada, mas por outro lado ficou contente por ela ter aprendido a lição.

Desde aí a ratinha Beatriz nunca mais fez tal coisa e todos os dias estudava um bocadinho.

A moralidade desta história é: “ Mais vale prevenir do que remediar.”

 

Trabalho realizado por:

Joana Costa,nº13,5ºD.

O Rato e o baloiço

            Era uma vez um rato chamado Miguel que tinha um baloiço em casa. Enquanto andava no seu baloiço cantava a seguinte canção: “Baloiço para aqui, baloiço para acolá e o Miguelito anda sempre no ar!”

            Cantando isto o Miguel sentia-se feliz e orgulhoso de ser o único dos seus amigos que tinha um baloiço em casa.

            Um dia o Miguel brincava tranquilamente no seu baloiço quando, de repente, ouviu um barulho. O Miguel ficou pasmado ao ver que o seu baloiço tinha rachado. Ele não ligou e pensou que era uma coisinha de nada. Continuou a brincar e tanto andou, andou, andou que se deu conta que o seu baloiço tinha partido. Nessa altura  foi rapidamente chamar o pai:

            - Pai, pai o meu baloiço partiu!                                                                           

            - Miguel, conta-me o que te aconteceu para o baloiço partir- disse o pai.

            Eu estava a andar no meu baloiço quando de repente ouvi um barulho, olhei para trás e o baloiço tinha rachado mas eu não deixei andar, pois nunca pensei que me pudesse acontecer isto!- exclamou o Miguel.

            - Devias-me ter chamado logo quando ele rachou, porque assim preveníamo-nos para não acontecer o que aconteceu! Sabes, Miguel, agora  o teu baloiço vai ficar com um aspeto horrível!- disse o pai  

            - Nunca mais deixarei que as minhas coisas se partam por minha culpa!

O Miguel percebeu que quando o seu baloiço rachou devia ter chamado logo o pai, para não ficar com um baloiço com um aspeto horrível.

                                                                 

 

Tatiana , 5º D

O cão e o gato…

  

 

 

 

 

 

Era uma vez um cão chamado Petit e um gato chamado Kiko que eram bons amigos. Embora se diga que o cão e o gato são inimigos, não era o caso.

Certo dia, o cão combinou com o Kiko irem para um campo de atletismo fazerem uma corrida e o gato respondeu:

- Não sei... Toda a gente do mundo animal sabe que os cães correm mais do que os gatos, não é, Petit?

- Não, não é! Fica combinado para sábado, ok? -Disse o Petit.

- Ok. Mas já sabes que eu vou perder! Até lá! Xau. -disse o Kiko.

No sábado lá estavam eles. No decorrer da corrida o Petit fez-lhe uma rasteira e acabou por ganhar.

- Não é justo! Ganhaste com batotice! - exclamou o gato.                    

- Nem penses, eu não fiz isso! - disse o Petit.

- Então vamos fazer agora outra, um, dois, três...

 Começaram a corrida e o kiko, com tudo planeado para conquistar a vitória, zás, deitou-o abaixo e continuou a corrida, conseguindo ganhar-lhe.

- Boa! Consegui! Ganhei! - entusiasmou-se o kikinho.

- Não! Tu ganhaste com batotice! - resmungou o Petit.

- Como tu!!! - respondeu o Kiko.

            MORAL: Amor com amor se paga.

                                                                          

 

 Lara Delmar Cunha, nº15, 5ºD

A gata e o lanche lá em casa

 

 

           Era uma vez uma gata que decidiu convidar os seus colegas para um lanche lá em casa, mas ela não sabia o que iria fazer para eles. Então foi a casa da sua prima Maria e perguntou-lhe se a podia ajudar a fazer alguma coisa para o lanche. E ela lá a ajudou.

            Foram para casa e, quando chegaram, pensaram em fazer um bolo de chocolate. Começaram a fazê-lo e, nessa altura reparou que lhe faltava o chocolate. Então a Maria disse:

            - É melhor ires buscá-lo ao supermercado enquanto eu fico aqui a tratar do forno!

            E a gata respondeu:

            - Não, deixa estar, fazemos sem chocolate.

            E a sua prima exclamou:

            - Mais vale prevenir do que remediar!

            E ela:

            - Ok! Vou buscá-lo!

            Foi assim que fez um bolo maravilhoso, graças à sua prima Maria.

            A moralidade da história é: “Mais vale prevenir do que remediar”.

5ºD 

A cegonha e a andorinha

 

 

Era uma vez uma cegonha e uma andorinha que eram amigas e que se preparavam para emigrar.

Pouco antes de emigrarem a cegonha perguntou:

-Andorinha estás entusiasmada por emigrar?

-Não, porque gosto muito deste sítio e é a minha casa, não quero ir embora- respondeu a andorinha.

A cegonha pôs-se a pensar numa coisa para que a sua pobre amiga fosse com ela e disse:

-Para onde vamos está muito calor.

-Não quero saber, não vou emigrar, vou ficar aqui!- exclamou a andorinha.

-Tu é que sabes, enquanto nós vamos estar quentinhos, tu vais estar gelada.- declarou a cegonha.

Pouco depois todos eles emigraram menos a andorinha. Alguns dias mais tarde, chegou o inverno e a andorinha ficou com muito frio e sozinha.

Moralidade da fábula: mais vale que a andorinha se tivesse prevenido e tivesse emigrado do que tentar remediar-se.

 

 

Pedro Reis, nº: 23, Turma: 5D