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Português em movimento

O Blogue de Português do 2º ciclo da E. B. Lousada Centro

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Conto de Natal

Uma Amizade indestrutível

 

     Numa manhã de dezembro, Diana havia ido com a mãe visitar uma amiga que era pobre e estava doente.

     Diana tinha cerca de sete anos e adorava brincar com as bonecas que a mãe lhe dava.

     A amiga da mãe também tinha uma filha, Inês. Seriam mais ou menos da mesma idade e enquanto as mães conversavam, as duas raparigas foram brincar.

     Diana reparou que a amiga brincava com trapos e como se aproximava o Natal, resolveu dar-lhe algumas das suas bonecas.

     Inês ficou felicíssima e ao longo do tempo ambas se divertiram imenso.

     Tinha chegado novamente o Natal, mas desta vez era a mãe de Diana quem adoecera. Assim que soube, Inês quis fazer o mesmo que a amiga lhe fizera antes. A mãe acabara por morrer e ela vivia com a avó, que tinha uma paixão por doces.

     Inês levou-lhe uma caixinha de rabanadas e Diana emocionou-se:

     - Não imaginas o que isto significa para mim.

     - Os amigos são para isso mesmo.

     Passaram juntas o Natal e quando a mãe de Diana morreu, as amigas foram viver com a avó de Inês.

     Tornaram-se inseparáveis e com o apoio uma da outra, viveram felizes durante muitos anos.

       

 

Joana Filipa Carvalho Rodrigues

6ºD     Nº13

 

 

Conto de Natal

O Verdadeiro Natal

       Era uma vez uma família pobre que trabalhava todo o santo dia. Tinham uma filha, a Maria, que era uma criança muito feliz.

       A mãe chegava ao fim do dia muito cansada, mas nunca deixava de deitar e mimar a filha até ela adormecer.

       Um dia a Maria disse:

       - Ó mãe, está a chegar o Natal, os meus amigos só falam em telemóveis, jogos de computador e outras coisas que eu nem sei o que são. O que é realmente o Natal?

       A mãe com lágrimas nos olhos explicou:

     - Maria, o verdadeiro Natal é o que a mãe todos dias faz. Dar-te muito amor, comida muito saudável da nossa horta, que é cultivada com muito carinho.  É ensinar-te a partilha, ajudar os mais velhinhos, dar muito a quem precisa… Sabes porquê? Natal é o nascimento de Jesus que nasceu tão pobrezinho, mas com tanto amor que até morreu por nós. - Acrescentou ela.

     -  Mãe, no Natal podemos ir ao orfanato e estar com os meninos que não têm  família?

     -  Claro, filha! Fico muito contente por teres percebido o que eu quis dizer.

      A Maria percebeu que realmente os amigos viviam só por ilusões, riqueza e alguns com muita falta de amor. E ela era realmente muito feliz, porque tinha uma família que a amava.

Leonor, 6º D

E se fosse eu?

 

 

                     E SE FOSSE EU?

                     FAZER A MOCHILA E PARTIR…

 

 

    No dia seis de abril, aceitámos o desafio ( http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/iniciativa-e-se-fosse-eu-fazer-mochila-e-partir ).

    Na aula de português, depois de uma breve conversa sobre o problema dos refugiados, que passam a vida a fugir da guerra à procura de um porto seguro onde possam viver em paz e com a dignidade a que têm direito, assistimos a um vídeo que nos deixou a pensar…

    Percebemos que vivemos num mundo onde os Direitos Universais do Homem são continuamente violados – aumentam as desigualdades, a discriminação, violam-se liberdades e o direito à vida… 

    Não é possível ficar indiferente!

    Pensámos que esta poderia ser uma situação a ser vivenciada por cada um de nós…

   Encarámos o desafio lançado e logo começámos a dar sugestões sobre o que seria de facto importante levar se tivéssemos de deixar TUDO para trás.

     Deixamos neste pequeno livro digital as propostas do 5ºH.

                Vê aqui:  E se fosse eu? Fazer a mochila e partir...

 

 

 

 

 

Textos de opinião

 

Opinião

 

 

          Na minha opinião o homem cria muitos inventos porque se quer desafiar a si mesmo e aprender novas coisas, ajudando desta forma a sua pátria e a humanidade.

          Eu acho que a melhor invenção foi o avião, porque permitiu às pessoas viajarem para qualquer lado do mundo e o paraquedas, porque nos permitiu saltar de um  avião sem morrer, dando-nos uma experiência magnífica.

 

 

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 Gonçalo Ribeiro, nº8, 6ºB

 

                                                                                                

 

Texto de opinião

 

O Homem inventou muitas coisas para, por exemplo, transportar ou ser transportado, sobreviver, entre outros.

Para mim, alguns dos inventos mais importantes para o progresso da humanidade foram os objetos de carpintaria, para desenvolver a criatividade; os meios de transporte, para conseguirmos percorrer longas distâncias sem nos cansarmos; os mapas, para sabermos a nossa localização; os telemóveis, para conseguirmos falar com outras pessoas sem termos de ir ao local onde essa pessoa está.

Bem, claro que existem mais, de algumas não me lembro, mas uma coisa sei, as invenções revolucionaram a história da humanidade.

Rui Barbosa, nº17, 6ºB 

                                                                                                

 

Texto de opinião

 

O ser humano sente necessidade de criar mais inventos para ser reconhecido, ou talvez, para nos levar a um futuro mais além.

             Na minha opinião, um dos inventos que foram decisivos para o progresso da humanidade foi a roda, porque foi através dela que existiu o carro, que nos leva a locais de forma mais rápida. A invenção do GPS também foi importante para quem não conhece certos caminhos e para chegar a um determinado destino de forma mais fácil.

  

Ana Beatriz Nunes, nº3, 6ºB

                                                                                                

 

 

Texto de opinião

 

 

O ser humano tem necessidade de criar inventos para evoluir cada vez mais. Foram vários os inventos decisivos e, na minha opinião, a eletricidade e a vacina foram dois deles. A eletricidade porque veio facilitar o dia-a-dia do ser humano, as vacinas porque vieram evitar muitas doenças.     

 

                                  Mafalda Nunes, Nº11, 6ºB